Equipamento da BTL, com registro na ANVISA, em formato de cadeira, que utiliza energia eletromagnética focalizada de alta intensidade (HIFEM) para estimular a musculatura do assoalho pélvico. Tratamento não invasivo, realizado com o paciente sentado e vestido.
Registro ANVISA nº 80991699014 — Estimulador neuromuscular.
O EMSELLA é um equipamento da BTL, com registro na ANVISA, em formato de cadeira, que utiliza energia eletromagnética focalizada de alta intensidade (HIFEM) para estimular a musculatura do assoalho pélvico. O tratamento é não invasivo, realizado com o paciente sentado e vestido.
O campo eletromagnético gerado pelo assento induz contrações repetidas dos músculos do assoalho pélvico, em intensidade e frequência que não são alcançadas por exercícios voluntários. Ao longo da sessão, essa estimulação atua sobre o tônus e a coordenação dessa musculatura, envolvida no controle urinário e na sustentação dos órgãos pélvicos.
Mediante avaliação médica, o EMSELLA é utilizado em protocolos relacionados à fraqueza do assoalho pélvico, como alguns tipos de incontinência urinária (de esforço, de urgência ou mista) e situações de enfraquecimento dessa musculatura após o parto ou com o envelhecimento. Pode ser utilizado por mulheres e homens. Quando a queixa exige investigação diagnóstica, ela é feita antes de qualquer indicação; o EMSELLA não substitui exames nem tratamentos prescritos por especialistas.
O paciente senta-se na cadeira, com roupa leve, e permanece sentado durante toda a aplicação. Há sensação de contrações e vibração na região pélvica, com intensidade ajustada pelo profissional. Não há necessidade de preparo, anestesia ou período de recuperação, e as atividades do dia podem ser retomadas em seguida.
O protocolo habitual prevê uma série de sessões curtas, realizadas duas ou mais vezes por semana. O número de sessões, o intervalo e a necessidade de manutenção são definidos pelo médico conforme o quadro de cada paciente.
A resposta é gradual e varia de pessoa para pessoa. Alguns pacientes relatam mudanças ao longo da série; em outros, a evolução é percebida nas semanas seguintes. O acompanhamento médico permite avaliar a resposta e ajustar o plano, que pode incluir outras condutas, como fisioterapia pélvica.
O tratamento não é realizado em gestantes, em pessoas com marca-passo, desfibrilador, bomba de insulina ou outros implantes eletrônicos, com implantes metálicos na região pélvica ou lombar (incluindo DIU de cobre e próteses de quadril, avaliados caso a caso), em portadores de doenças oncológicas em atividade na região, em quadros de epilepsia, em pós-operatório recente da região pélvica e durante o período menstrual, a critério médico. A lista não é exaustiva e é confirmada na consulta.
Não. A sessão é feita com o paciente vestido.
Há sensação de contrações e formigamento, geralmente confortável.
Sim, mediante avaliação, em situações de fraqueza do assoalho pélvico.
Não. Pode ser usado de forma complementar, conforme orientação médica.
A indicação de qualquer tecnologia depende de consulta com o médico responsável, que avalia o histórico de saúde, os objetivos e as contraindicações de cada paciente. Os resultados variam de pessoa para pessoa. Este equipamento está disponível na unidade de Vinhedo.
Responsável técnico: Dr. Guerryman Alves Coelho — CRM-SP 202.523 — RQE 85.280.